Como ter um visual criativo e ainda assim parecer profissional?

Profissional e criativo são duas palavras que caminham juntas sim! Mais de uma vez pessoas já me perguntaram se é possível reunir estas duas ideias em um único visual, e a reposta é: claro! Estas palavras não são antônimos e nem suas mensagens são opostas (e ainda que fossem isso seria possível).

Acontece que a produtividade, hoje, é muito importante e, em tempos assim, ninguém quer parecer incapaz, por isso parecer profissional no trabalho é uma demanda quase geral de quem está ativo no mercado.

Porém, ser flexível, versátil e inventivo para encontrar soluções para tudo o que aparece no dia a dia também é uma necessidade mais ou menos unanime.  Daí que parecer criativo, interessante, vanguardista – até, se tornou importante para muitas pessoas.

O que transmite profissionalismo: terceiras peças, cortes e linhas retas, estrutura nas peças, cores sóbrias:

O que transmite criatividade: estampa, texturas, cores mais pigmentadas, coordenações de cores inusitadas:

A partir destes códigos visuais cada um pode selecionar, dentro de seus limites pessoais e profissionais, o quanto de cada uma destas ideias vai transmitir em seus looks.

A dosagem é individual! E é misturando um pouco de cada que você terá um imagem que te representa, que seja mesmo a sua cara, como eu faço na minha consultoria de estilo (olha o truque pra você!).

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Sexy sem ser vulgar!

Quem nunca falou, pelo menos já ouviu alguém falar: “sou/quero ser sexy mas, sem ser vulgar“, não é? A palavra vulgar tem dois significados: algo que é popular ou que é banal, que não se destaca. Das duas formas, essa frase não faria tanto sentido, ou pelo menos não o sentido que as pessoas querem passar com ela.

A verdade é que, primeiro, a palavra sexy dá um medinho em um monte de gente, admitir querer ou realmente ser sexy, sem medo disso, é como anunciar para o mundo que você não vale nada – bem misógino, bem machista, bem na contramão do pensamento feminista (ou do que eu entendo por feminismo).

Em segundo lugar, o que as sexys querem é ser chics, além de sexys. Elas querem sim se destacar, elas não querem ser igual a todo mundo, querem arrasar e parecerem incríveis. Mas como fazer isso sem perder a identidade ou exagerar?

O melhor jeito é não ser óbvia e fugir do curto, justo, decotado e brilhante tudo junto ao mesmo tempo. Porque, realmente, não precisa de tanto para passar a mensagem, dois ou três itens que mostrem sua sensualidade podem suficientes. Equilíbrio é a chave.

Veja algumas inspirações que podem te ajudar a encontrar o seu jeito de fazer. Mas não esqueça: a sua personalidade conta muito, use somente aquilo em que se sentir confortável e representada para não parecer um peixe fora d’água.

Comprimento – curto ou com fendas:

Caimento – mais justos ou em tecidos esvoaçantes, que mostrem o corpo com o movimento:

Decotes – na frente, nas costas ou recortes em pontos estratégicos:

Texturas – que deem vontade de tocar, transparências:

Estampas – animal print é o clássico:

Sapatos e acessórios – nude, over the knee, colares no decote, metal:

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Maquiagem para o dia a dia é essencial?

Como saber se é necessário de maquiar todos os dias.

Durante meus atendimentos na consultoria de estilo pessoal percebi que maquiagem é uma grande questão. Não porque as mulheres tenham muitas dúvidas sobre como fazê-la, mas porque muitas vezes optam por não fazer ou por passos mais do que básicos, como um protetor com cor (que não é nem uma maquiagem).

Os principais motivos são: falta de tempo e preguiça, porque acreditam que esta é uma tarefa trabalhosa e demorada. Então, embora tenham maquiagem não a usam, reservando o artifício para momentos “especiais” ou para quando um profissional irá cuidar do serviço.

Como uma grande fã de maquiagem que sou, sempre dou uma cutucada a mais no tema, tento entender se realmente o tempo é um fator significativo a ponto de pular esta etapa na hora de se arrumar ser necessário, se é falta de habilidade ou se é mesmo uma questão de opção (porque pode ser, né?).

E aqui – como na maioria das vezes que estamos tratando de estilo pessoal, descobrir o que é importante para cada uma e o que cabe na vida delas é fundamental, afinal, será ela que viverá com a maquiagem (ou não) na pele e com a função de executá-la.

Para te ajudar a decidir se estar maquiada é necessário na sua vida eu sugiro que pense no seguinte: a maquiagem dá acabamento ao conjunto e podemos optar por fazê-la conforme o nível de formalidade da nossa rotina. Ela fará muito mais falta em quem está super arrumada do que em alguém que não esteja.

Por isso, se você trabalha em um lugar ou profissão que ainda exijam um dress code muito formal, é possível que estar maquiada (olá comissárias de bordo, advogadas, etc) seja mais importe para você no dia a dia do que no final de semana. Já se você se veste diariamente de maneira muito informal ou trabalha na área de saúde, por exemplo, é provável que a maquiagem seja dispensável no quotidiano. E se, ainda, você for baladeira, há grandes chances de você querer muito mais maquiagem no fim de semana do que nos dias úteis.

Entender a sua rotina pode ser um bom passo para decidir se a maquiagem é essencial ou não no seu dia a dia. De qualquer forma, mesmo para as que querem ter a aparência mais natural possível, alguns passos de maquiagem diários podem ser legais para manter a harmonia do conjunto. Eu já cronometrei, e ensino para minhas clientes que querem fazer muito pouca maquiagem uma rotina que dura de 10 a 15 minutos, dependendo da habilidade de cada uma (já teve quem fez em 7).

Para as que dizem não veementemente à maquiagem a recomendação é que mantenham os cuidados com a pele sempre em dia. Creminhos, tônicos, visitas à dermatologista ou esteticista são as soluções para quem quer mesmo é ficar de cara lavada. No final, o que vale é sentir prazer em cuidar de si mesma, então, seja qual for sua escolha, faça com satisfação e vontade.

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Saias que alongam a silhueta.

Uma leitora me pediu para falar mais sobre saias com efeito alongador. Ela ama e quer usar mais, mas sente que o seu tipo físico não é valorizado pela peça. Então, vamos lá, falar sobre saias e como parecer mais alta ao usá-las.

O mais importante é sempre lembrar que a saia por si só não faz nada, não existe um modelo que alongará toda e qualquer silhueta. A gente precisa sempre compensar com as outras peças, é o conjunto que dará o efeito visual desejado.

Veja aqui, então, algumas ideias sobre como conseguir este efeito que funcionam com saias, mas também com outras peças.

Monocromático – usar o look todo em uma única cor sempre vai alongar a sua imagem, seja com saia, calça ou shorts.

Listras verticais – ou ainda uma textura que faça as vezes de linhas verticais também deixa o visual mais longilíneo.

Cropped + cintura alta – a parte de baixo ocupará mais espaço no visual e você parecerá mais alta (funciona também usando a blusa sobre vestidos, macacões e outras blusas mais longas).

Decote V – ué, mas não estamos falando de saia? Sim! Mas o decote V ajuda a gente a parecer mais alongada e chama a atenção para cima ;-).

Sem cintos – o cinto corta a silhueta ao meio e, ao usá-lo, a chance de parecer mais achatada é maior, principalmente os largos e de cor contrastante em relação a roupa.

Sapatos  – nude, da mesma cor da parte de baixo, com bico fino ou com muita pele à mostra ajudam a alongar.

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Guarda-roupa criativo: como fazer para ter um?

Quando a gente fala em expressar a própria essência através das nossas roupas, muitas vezes, relacionamos isso a alguma exclusividade. De algum modo queremos parecer únicos porque, afinal, é o que somos.

Seja único e criativo.

Embora para alguns seja importante não se destacar na multidão posso dizer, com conhecimento de causa, que, mesmo estes, querem ter algum diferencial, uma marquinha que seja só deles e que os faça ser reconhecidos.

Um ótimo remédio para essa dor é a criatividade. Se a gente conseguir fazer com que as escolhas de roupas que fizemos forme uma mistura só nossa isso, por si só, será um diferencial, porque não tem como todo mundo ter feito exatamente as mesmas compras com as mesmas cores e estampas, né? Então o resultado é só seu.

E eu vou te contar um segredo: para ser criativo quanto menos peças você tiver melhor! Eu vejo isso acontecer no armário das clientes e no meu próprio; quem tem pouco tem que fazer àquele tanto render muito mais e isso desafia a gente a tentar sempre algo novo.

Outra dica importante é que tudo o que se tem fique à mão, fique à mostra. Quem não vê não usa. Por isso, não deixe tudo embolado no armário ou as bijoux espalhadas em todos os potinhos da casa. Um pouquinho de organização vai te ajudar muito.

Ter variedade é essencial, peças repetidas de cores diferentes ou sempre o mesmo tipo de peça – só camisas de botão, só tênis, não facilita. Camisas de botão e blusas de tecido plano ou tênis, sapatilha e botinha são variações que podem cumprir a mesma função mas não são iguais.

Por último, mas não menos importante, eu te dou uma última dica: arrisque! Não tenha medo de experimentar. É só roupa e um dia na rua com algo novo não vai machucar não, ao contrário, pode render uma boa surpresa.

Que tal fazer um exercício de criatividade para testar esta minha teoria? Peque 3 a 5 partes de baixo (calça, shorts, saia, vestido, macacão – tudo que cobrir as pernocas) e tente montar 3 looks diferentes com elas.

Pense em temperaturas e ocasiões diferentes e vá compondo com parte de cima, terceira peça, calçados e, por fim, os acessórios. Experimente o conjunto, se olhe no espelho, fotografe, use em alguma oportunidade que tiver e avalie o resultado. Ser criativo também pede um pouco de prática, então, repetir sempre o mesmo não vai te ajudar.

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O que vestir em um jantar entre amigos?

Você está cheia de roupas no armário, mas basta ter um compromisso para que ele pareça vazio: é assim que muitas vezes nos sentimos diante desta situação. Os motivos para esta sensação são variados: não querer repetir a mesma roupa da última ocasião ou usar a mesma roupa do trabalho (pior ainda se o compromisso for com a galera do escritório), parecer arrumada demais ou de menos – destoando do ambiente e dos demais, ou ainda, simplesmente, não conseguir se sentir bonita com nada.

É super importante você aprender a entender do que realmente gosta, conhecer o seu corpo e suas roupas, assim, nestes momentos, você saberá perceber como quer se sentir na ocasião e será capaz de definir o que no seu acervo vai cumprir esta missão ( a gente aprende tudo isso na consultoria de estilo, já deu uma olhada?).

Não há um dresscode especifico para uma ocasião como esta, a situação é informal e o que é mais importante é se sentir representada de verdade. Mas, não podemos negar, uma boa inspiração, para os momentos de branco, pode ser salvadora, não é? Veja algumas ideias que podem te guiar.

brilho é uma ideia ótima, traz um pouco de glamour e você pode dosar, dependendo da ocasião e do seu estilo, colocando mais ou menos.

O saltos são bons companheiros nestes momentos, deixam todo o visual mais arrumado. Mas lembre que existem vários modelos, você deve escolher o que for mais confortável para você e fizer mais o seu gênero.

Incrementar o básico com acessórios bacanas também é uma estratégia legal. Pode ser um ou mais, dependendo do quanto você quer chamar de atenção.

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Mania de perfeição.

Se nos deixamos invadir por um monte de informação que vem de fora, da revista, da novela ou da internet e não fazemos um filtro sobre o que está sendo dito, a gente acaba inundado por um mar de cobranças que, muitas vezes, não cabe a nós.

Informação demais pode atrapalhar a sua autoestima.

Barriga negativa, cílios mais compridos do mundo, boca estilo Angelina Jolie e por aí vai. E, com isso, vamos criando uma mania de perfeição bem maluca. Sem contar as exigências morais: ecologicamente correto, sustentável e consciente.

Não que tudo isso seja ruim ou que nada disso seja bom, pelo contrário, mas tudo ao mesmo tempo e só porque fulano disse que: tem que ter/ser, é o must have ou a trend do momento, não vale. Vamos acabar criando um mundo com pessoas com TOC corporal e moral se continuarmos a achar que o que é bom para um vale para o resto da humanidade.

É super importante selecionar o que nos faz bem, isso vale pra comida, pra roupa e para opinião alheia. Olhar para si mesmo e entender o que cabe na minha vida ou que estou realmente precisando adicionar, sem pensar se o outro vai achar isso bom ou ruim. Mudança e melhoria na vida da gente só acontece se for de dentro pra fora, caso contrário, é fake, é temporário e pode até machucar.

Antes de adotar algo em sua vida, pense sobre isso, este é o verdadeiro tempo que estamos dedicando a nós, nos permitindo refletir para decidir o que queremos de verdade. As horas que passamos malhando, arrumando o cabelo ou nos vestindo para ficarmos bonito, embora importante (mais ou menos para cada um), nos trazem pouco perto do que o tempo dedicado à este raciocínio pode trazer.

Então, antes de deixar o mundo ocupar todo o seu espaço interno com o monte de possibilidades que ele oferece, faça as suas escolhas. Permita-se selecionar o que é para você e sua vida e o que não é. Assim, você não fica bitolado e cheio de mania de perfeição, né?

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Seja a sua melhor versão.

Eu acredito que a gente está sempre mudando, se renovando. Não existe um eu igual ontem e hoje, pois tudo que acontece  em nossas vidas nos afeta e nos transforma de algum jeito.

Vou te contar uma história. Meu primeiro emprego veio junto com o início da faculdade e, como acontece com a maioria de nós, ele não era exatamente na área em que eu pretendia atuar. Depois de quase 05 anos trabalhando nesta empresa, e com a faculdade terminando, achei que estava na hora de ficar mais perto da profissão que eu havia escolhido e mudar de emprego.

Avisei a todos que conhecia e comecei a procurar uma nova oportunidade. Então, fui indicada por um amigo querido da família para uma vaga na agência em que ele trabalhava. Quando me chamaram para a entrevista, nem parei muito para pensar, agarrei a oportunidade e compareci.

Mais tarde, por ter uma pessoa próxima na companhia, soube que tinha sido bem avaliada, mas que minha roupa não estava contando a meu favor. Eu estava com a corda no pescoço por não ter me vestido adequadamente. Logo eu, que sempre gostei de roupas.

Neste dia reforcei o conhecimento de que é sempre possível melhorar. Uma mudança de emprego me mostrou que eu podia ser ainda mais cuidadosa com minhas roupas. E, mesmo que sempre tenha prestado atenção a isto, eu precisava me aprimorar.

Revolução de dentro para fora.

Buscar ser melhor é uma coisa ótima. Não importa se estamos falando de profissão, espiritualidade, alimentação ou roupas.  Veja, não estou te incentivando a ir em busca da perfeição (até porque eu acredito que perfeito não existe), mas não tenha receio de tentar algo novo, se for te ajudar a se sentir mais feliz, vá em frente.

Passar por uma consultoria de estilo pessoal pode te ensinar um monte de coisas importantes sobre você mesmo, proporcionando a possibilidade de ser um “você” ainda mais legal. Não é bom?

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Para quem é a consultoria de estilo?

Consultoria de estilo é para quem quiser! Exato, todo mundo pode fazer. Porém, ninguém é obrigado (ainda bem!). Por isso, esta é uma decisão individual que só pode ser tomada pela pessoa que for participar do processo. Obrigar alguém a fazer consultoria de estilo é o mesmo que impor qualquer outro tipo de escolha na vida, não faz sentido. Só a gente sabe o que é bom para nós mesmos.

Consultoria para todos os estilos.

Mas, só quem está infeliz com as próprias roupas deve fazer então? Não! Pode haver outras necessidades, como troca de cargo, de empresa, maternidade, perda ou ganho de peso.

E, às vezes a gente está feliz, mas quer simplesmente aprender ou se conhecer um pouco mais. Melhorar o estilo, otimizar o tempo ou aprender a gastar com mais certeza o seu rico dinheirinho são alguns dos motivos que podem te levar a fazer uma consultoria destas.

E pode tirar da cabeça também que este é um serviço para “quem não sabe se vestir”. A gente consulta especialistas por que queremos garantir que estamos fazendo o melhor que podemos com o que temos. E assim é também neste trabalho.

Então, se você tem vontade de cuidar de si mesmo, de ter um guarda-roupa organizado e prático, que economize tempo e, quiçá, dinheiro, você pode experimentar este serviço.

A única regra para saber se você deve ou não fazer uma consultoria de estilo é se perguntar se você tem vontade. Se a resposta for sim, você é o candidato perfeito.

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Roupas e autoestima tem tudo a ver.

Autoestima e estilo pessoal.Se você se sente bem quando se olha no espelho, com certeza isso te trará mais confiança. E confiança e autoestima caminham juntas, de mãos dadas.

Não quero dizer que você tem que se sentir como uma capa de revista, impecável, ou como atores e atrizes em filmes e novelas, que já acordam barbeados ou de cílios postiços. Nem tem a ver com o seu tipo físico. É sim, sentir feliz com o resultado geral do que vê no espelho, sentir que você é você mesmo e o quanto isso é bom.

E nisto, a roupa que a gente usa tem sim um grande impacto. Se vestir todos os dias não é escolha, como acontece com algumas outras atividades ligadas a aparência (pelo menos na sociedade atual todo mundo ainda sai vestido de casa, se mudou, ninguém me contou), é necessário.

Então, com certeza, se sentir satisfeito com suas roupas gera confiança. Se você se sente bem, então, vai sair de casa feliz, e essa felicidade transparece, é transmitida às pessoas a sua volta, mostrando sua força.

Mas, se você não consegue se agradar com o que vê, não se sente bem e resolvido com a questão do vestir, então me diga, o que sentirá? Talvez nada de ruim, mas também, nada de bom. E aí que não rola a mesma energia, você se sente meio apagado. E a confiança? Bye, bye!

A confiança de que você está bem, que suas roupas te representam e transmitem as mensagens que você quer, faz com que você se goste mais. E quem se ama, se auto admira e confia em si mesmo, sabe que é capaz de chegar onde quiser. Isso é autoestima.

Quando escolher as suas roupas, pense se elas te fazem sentir confiante, feliz e representado. Eu acredito que isso te ajudará.

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